Economia Criativa

Como ganhar a vida nas indústrias criativas

Escrito por gedaiadm em ter, 01/31/2017 - 12:03

A Organização Mundial de Propriedade Intelectual (OMPI) publicou estudos sobre Economia Criativa, a pesquisa explica de forma simples e clara como os direitos autorais ajudam as pessoas criativas a ganhar dinheiro com suas obras originais.

O estudo é dirigido para pessoas que podem trabalhar nas indústrias culturais e criativas, bem como para os criadores individuais, gestores públicos, acadêmicos e agências de apoio às empresas que trabalham nesse segmento criativo.

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SELEÇÃO BOLSISTAS DE EXTENSÃO PARA ATUAREM NO GEDAI

Escrito por gedaiadm em qua, 08/03/2016 - 19:59

EDITAL DE SELEÇÃO PARA BOLSISTAS DE EXTENSÃO PARA ATUAREM NO GEDAI

O Setor de Ciências Jurídicas anuncia a ABERTURA DAS VAGAS para BOLSISTAS, para atuar nos Programas e Projetos de Extensão Universitária deste Setor, junto ao Grupo de Estudos de Direito Autoral e Industrial (GEDAI), vinculado às linhas de pesquisa do Programa de Graduação em Direito da UFPR, informamos que se encontram abertas as inscrições para afazeres de pesquisa.

A realização das inscrições para os alunos será no período de 03 de agosto a 10 de agosto de 2016, através do envio de email para o endereço: direitoext@gmail.com

Importante, informar no corpo do email: 1.1 Nome Completo; 1.2 Telefones para contato; 1.3 E-mail; 1.4 Nome do projeto (os), limitado a 02 (duas) opções.

O edital completo da PROEC está disponível em no site da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da Universidade Federal do Paraná (UFPR)  http://www.proec.ufpr.br/links/extensao/bolsas.html

A chamada será realizada através do e-mail encaminhado na inscrição, no dia 13 de agosto de 2016, informando a data e hora da entrevista com o coordenador do projeto Prof. Dr. Marcos Wachowicz.

 

O PROJETO ECONOMIA CRIATIVA NOVOS MODELOS DE GESTÃO DIGITAL

DIGITALIZAÇÃO DE ACERVOS E DEMOCRATIZAÇÃO DO PATRIMÔNIO CULTURAL

 

Vagas: 02 (duas)

Resumo:

A revolução tecnológica vem ocorrendo em diversas partes do mundo propiciando a criação de uma nova Cultura Digital, na qual ganha relevo a tutela jurídica dos bens culturais. Há uma ampla produção intelectual, especialmente na Fundação Cultural de Curitiba -FCC, que se mantém presa em antiquadas fôrmas de direitos autorais.

A FCC e o GEDAI (Grupo de Estudos em Direitos Autorais e Industriais) buscam democratizar o acesso ao conhecimento, ampliando o acesso da população aos materiais produzidos na no contexto da sociedade paranaense e academia.

Assim sendo, os participantes do projeto cuidarão da ampliação da disponibilização e acesso do acervo cultural da FCC de publicações próprias, e na conscientização da de políticas públicas voltadas a fomentar modelos de Economia Criativa, com vistas a se disponibilizar abertamente o conhecimento aqui produzido no Estado do Paraná.

Objetivo Geral:

O projeto de extensão visa abrir as fronteiras e os muros da universidade, a viabilização de produção de projetos de extensão de interesse da comunidade, nos segmentos dos direitos do autor e de arquitetura e urbanismo, através, respectivamente, do Grupo de Estudos de Direito Autoral e Industrial – GEDAI e do Departamento de Arquitetura e Urbanismo da UFPR, sendo que para tanto serão disponibilizadas informações constantes em acervo público da Fundação Cultural de Curitiba, respeitadas as restrições de sigilo e confidencialidade, sendo que os pesquisadores serão disponibilizados pela UFPR para desenvolver o projeto de extensão na FCC.

EDITAL COMPLETO da PROEC está disponível em no site da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da Universidade Federal do Paraná (UFPR)  http://www.proec.ufpr.br/links/extensao/bolsas.html

e também no arquivo abaixo para donwload:

 

Palavras chave:  Economia Criativa Direito Autoral - Propriedade Intelectual - Inovação - Direitos Culturais - Reforma da lei
Faça download do .PDF edital-02.16-cse-abertura-bolsas.pdf

Direito Autoral & Economia Criativa


O estudo do Direito Autoral, envolto na denominada Economia Criativa, ganha importância e novas dimensões teóricas.  Percebe-se um grande movimento acadêmico, um crescente interesse sociopolítico e econômico, que tem despertado nos estudiosos do Direito as questões que delineiam novos contornos da Economia Criativa em seus mais variados matizes doutrinários.

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LANÇAMENTO DE OBRAS no IX CODAIP


LANÇAMENTO DE OBRAS no IX CODAIP

Convidamos a todos para o lançamento no dia 03 de novembro, às 18:30hs, que ocorrerá durante o IX CODAIP, no Espaço Cultural Capela Santa Maria, Praça Santos Andrade, Rua Conselheiro Laurindo 273, Curitiba-Paraná.

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Os Direitos Autorais como Fator de Desenvolvimento da Economia Criativa


O objetivo desta dissertação  desenvolvida pelo pesquisador  Rodrigo Otávio Cruz e Silva consiste em analisar os direitos autorais como um fator de desenvolvimento da economia criativa. No curso da história da humanidade, a criatividade foi determinante para a evolução social, cultural, econômica e humana. 

Como atributo do ser humano, ela é responsável por todo tipo de inventividade capaz de mostrar novos rumos para o futuro. Ela determina os movimentos sociais, as tecnologias aplicadas e as manifestações culturais e artísticas. É a criatividade que, ao conceber e sugerir o novo, contribui para o desenvolvimento em todas as suas dimensões. 

A sociedade industrial, pautada no modelo da ordem liberal burguesa, sob a égide do individualismo e do patrimonialismo, em que a produção de bens centrava-se na escassez material de insumos naturais não-renováveis, evoluiu para o paradigma da sociedade informacional, fortemente influenciada pela revolução das tecnologias da informação, em que o fluxo e o acesso à informação e ao conhecimento atingiram uma dimensão jamais vista. Com o novo paradigma social, o conhecimento – e, depois dele, a criatividade – passou a elemento central da economia.

Assim, a nova economia pauta-se no simbólico, na abertura, na diversidade e no livre acesso à cultura e ao conhecimento para a produção de bens e serviços imateriais criativos. Logo, se a nova economia é criativa para o seu desenvolvimento, deve-se investir no estímulo da criatividade das pessoas. Para isso, destacam-se os direitos autorais, que podem viabilizar o acesso à cultura e ao conhecimento em prol do interesse público.  Verifica-se como problemática, nesse sentido, a necessária reforma da atual Lei dos Direitos Autorais (LDA), por conservar a essência privatista e individualista do modelo liberal em defesa dos interesses dos autores. Apresentam-se como fundamentos para a reforma da LDA prerrogativas como o direito ao desenvolvimento, o direito de acesso à cultura e a realização da função social dos direitos autorais.

Pensar uma lei autoral que viabilize o acesso à imaterialidade criativa é fundamental para estimular a nova economia.

O desafio que se apresenta é encontrar o equilíbrio entre os interesses privados dos autores e empresas e o interesse público sobre as obras autorais. Para tanto, os direitos autorais apresentam-se como um fator de desenvolvimento para a economia criativa. No trabalho foi utilizado o método de abordagem dedutivo, de procedimento monográfico e a técnica de pesquisa bibliográfica. 

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Mapeamento da Indústria Criativa

Escrito por gedaiadm em ter, 07/07/2015 - 11:35

RESUMO EXECUTIVO

• A edição 2014 do Mapeamento da Indústria Criativa celebra os dez anos desta Indústria no Brasil. Assim, o objetivo do trabalho vai além de atualizar as estatísticas, propondo-se também a analisar o quanto evoluiu a Indústria Criativa brasileira na última década. Outra novidade desta edição é a agregação dos segmentos em quatro grandes Áreas Criativas: Consumo, Cultura, Mídias e Tecnologia. Por possuírem características semelhantes entre seus segmentos, esta agregação facilita tanto a leitura do comportamento das áreas e de seus segmentos ao longo dos anos, como também a identificação das vocações das regiões e estados brasileiros.

• O mapeamento aborda a Indústria Criativa sob duas óticas. A primeira é a ótica da produção, que lança um olhar sobre as empresas criativas - que não necessariamente empregam apenas trabalhadores criativos em seus quadros. A segunda ótica é a do mercado de trabalho, ou seja, dos profissionais criativos, independentemente do lugar onde trabalham, seja na indústria criativa, na clássica, ou em qualquer outra atividade econômica.

• Sob a ótica da produção, 251 mil empresas formavam a indústria criativa no Brasil em 2013. Num olhar sobre a última década, houve um crescimento de 69,1% desde 2004, quando eram 148 mil empresas. Com base na massa salarial destas empresas, estima-se que a indústria criativa brasileira gere um Produto Interno Bruto equivalente a R$ 126 bilhões, ou 2,6% do total produzido no Brasil em 2013, frente a 2,1% em 2004. Nesse período, o PIB da Indústria Criativa avançou 69,8% em termos reais, acima do avanço de 36,4% do PIB brasileiro nos mesmos dez anos.

• Sob a ótica do mercado formal de trabalho, a Indústria Criativa é composta por 892,5 mil profissionais formais. Entre 2004 e 2013, houve alta de 90%, bem acima do avanço de 56% do mercado de trabalho brasileiro nesse período. Dessa forma, o mercado de trabalho criativo se expandiu não apenas em números absolutos, mas também em termos relativos: a participação da classe criativa no total de trabalhadores formais brasileiros alcançou 1,8% em 2013, ante 1,5% em 2004. Houve crescimento relevante nas quatro grandes áreas criativas: Tecnologia (+102,8%), Consumo (+100,0%), Mídias (+58,0%) e Cultura (+43,6%).

• Apesar de o senso comum associar os trabalhadores criativos a ambientes profissionais exclusivamente criativos, como agências de publicidade, escritórios de design, produtoras de conteúdo audiovisual, entre outros, dos 892,5 mil profissionais criativos mapeados no Brasil, 221 mil (24,7%) atuam na Indústria de Transformação, onde representam 2,8% dos trabalhadores, percentual superior ao observado no mercado de trabalho nacional (1,8%). Dentre os 13 segmentos criativos, a presença destes profissionais “Clássico-Criativos” se destaca em quatro: Pesquisa & Desenvolvimento, Moda, Design e Publicidade.

• No que se refere à remuneração, enquanto o rendimento mensal médio do trabalhador brasileiro era de R$ 2.073 em 2013, o dos profissionais criativos chegou a R$ 5.422, quase três vezes superior ao patamar nacional. Em uma análise evolutiva, ainda que em 2004 os salários da classe criativa já fossem bastante superiores à média nacional, houve crescimento real de 25,4%, acompanhando o expressivo avanço do rendimento do trabalhador brasileiro nesse período (+29,8%).

• Entre os segmentos criativos, os mais numerosos em termos de profissionais também se distinguem por apresentarem os maiores salários médios – Pesquisa & Desenvolvimento (R$ 9.990), Arquitetura (R$ 6.927), TIC (R$ 5.393) e Publicidade (R$ 5.075), refletindo a alta capacitação técnica desses profissionais e a posição estratégica desses setores no mercado. Já em comparação com 2004, os maiores aumentos reais de salário ocorreram justamente nos segmentos que apresentavam menor remuneração: Moda (42,1%), Música (33,3%), Audiovisual (32,7%) e Expressões Culturais (31,6%).

• Entre os estados, São Paulo e Rio de Janeiro se sobressaem no mercado de trabalho criativo: são 349 mil trabalhadores paulistas e 107 mil trabalhadores fluminenses. Respectivamente, isso significa que 2,5% e 2,3% do mercado de trabalho desses estados são representados por profissionais que têm como principal ferramenta de trabalho a criatividade.

• Em uma análise evolutiva, entre 2004 e 2013 houve aumento no número de empregos criativos formais em todos os estados brasileiros. Esse movimento permitiu um aumento da participação relativa desses trabalhadores na economia de 23 estados, com destaque para Santa Catarina e Rio de Janeiro: de 1,5% para 2,0% e de 1,8% para 2,3%, respectivamente.

• Na análise de remuneração por estado, o Rio de Janeiro é o grande protagonista. Em sete dos treze setores criativos analisados os profissionais fluminenses possuem as maiores remunerações: Pesquisa & Desenvolvimento (R$ 14.510), Artes Cênicas (R$ 8.107), TIC (R$ 7.265), Audiovisual (R$ 5.350), Patrimônio & Artes (R$ 5.260), Design (R$ 3.326) e Moda (R$ 1.965).

• Na comparação com 2004, todos os estados apresentaram crescimento real do salário médio da classe criativa. Vale mencionar que os estados que detinham os menores salários em 2004 foram justamente os que mais avançaram na década, Rondônia (+90,9%) e Paraíba (+65,6%).

 

EXPEDIENTE - Dezembro/2014.

Sistema FIRJAN

Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro

Presidente Eduardo Eugênio Gouvêa Vieira

Elaboração do Mapeamento

Diretoria de Desenvolvimento Econômico

Luciana de Sá

Gerência de Economia e Estatística

Guilherme Mercês

Divisão de Economia Empresarial

Tatiana Sanchez

Equipe Técnica

Marcio Afonso

Carolina Neder

Marcelo Nicoll

Elaboração dos Casos por Área Criativa

Programa Indústria Criativa

Cristiane de Andrade Alves | Gerente

Gabriel Bicharra Santini Pinto | Coordenador

 

www.firjan.org.br/economiacriativa

 

SISTEMA FIRJAN • MAPEAMENTO DA INDÚSTRIA CRIATIVA NO BRASIL • 2014

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Resultados Esperados


Resultados Esperados

O Projeto pretende alcançar os seguintes resultados:

a) Consolidação de linhas de pesquisa na área temática Marcos Legais para a Economia Criativa brasileira;

b) Capacitação de profissionais de nível superior para o exercício de carreiras jurídicas relacionadas à área da economia criativa;

c) Construção de sólidos paradigmas conceituais para a realização de futuros estudos críticos sobre o tema do projeto, e ser utilizada, sobretudo, por tomadores de decisões e formuladores de políticas públicas nos níveis local, nacional e internacional.

d) Sugestões legislativas para atualização, complementação ou reformulação da legislação cultural brasileira abrangida pelos setores criativos que sejam objeto de investigação do projeto.

e) Publicação de uma obra fruto dos estudos e pesquisas realizadas sobre a temática central do presente projeto com a participação de todos os pesquisadores, bem como o encaminhamento dos artigos científicos produzidos, em conjunto ou individualmente, ao longo da vigência deste, para o CNPq com vistas à possível publicação e sua divulgação por meio do Observatório Brasileiro de Economia Criativa (OBEC) e dos Observatórios Estaduais de Economia Criativa, que comporão a Rede de Informação e Monitoramento sobre Economia Criativa Brasileira.

f) Ampla divulgação dos resultados da pesquisa através de publicações científicas, a saber seminário aberto ao público, com posterior publicação de anais.

g) Participação no Workshop “Sociolegal Aspects of the Creative Economy”, em Oñati, Espanha, nos dias 10 e 11 de julho de 2014, no Congresso Anual do Instituto Internacional de Sociologia Jurídica, de forma a possibilitar o intercâmbio dos resultados adquiridos com a pesquisa.

h) Auxiliar na formulação de políticas públicas e influenciar decisões de gestores culturais, em razão dos resultados da pesquisa teórica e empírica desenvolvida, objetivando: 1) o aperfeiçoamento e o aprofundamento da análise, fundamentação, formulação e implementação de políticas públicas eficazes; 2) a formação profissional para fortalecimento de competências criativas para estimular a inovação elevar o dinamismo e valor-adicionado gerado pela economia criativa; 3) a projeção de novas agendas capazes de se ajustar às exigências de respeito e proteção tanto aos direitos autorais como aos direitos culturais; 4) a elaboração de instrumental doutrinário capaz de fundamentar novas pesquisas; e 5) a formação de profissionais preparados para compreender criticamente o Direito neste campo de atuação.

espanhol

Linha Temática


A pesquisa terá uma abordagem interdisciplinar por ser a economia criativa um tema transversal.

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Experiência acadêmica


Coordenador

Prof. Dr. Marcos Wachowicz

espanhol

II Workshop de Investigación en Derecho y Sociología en la Economia Creativa

Escrito por gedaiadm em sex, 01/23/2015 - 19:15

En la Universidad Federal de Paraná, que se celebró el 28 y 29 de octubre de 2014, durante el VIII CODAIP y con el Grupo de Estudios de Derecho Autoral y Industrial vinculado al Programa de Posgrado se realizó II Workshop de Investigación en Derecho y Sociología en la Economia Creativa con el objetivo de dar seguimiento a las actividades de investigación ya en curso iniciadas en julio / 2014 en Oñati / España, buscando crear y fortalecer una red para el intercambio de conocimientos entre los investigadores de los grupos de estudio que participan en los aspectos jurídicos y Economía Creativa sociológica para la reflexión y el debate sobre los temas propuestos por cada participante podrá presentar y presentarse a las diferentes encuestas. Después del taller, los resultados de los trabajos se publicarán en un libro y / o en formato digital.

GRUPO DE TRABAJO 

Moderadores de trabajo: Prof. Dr. Marcos Wachowicz y Prof. Dr. José Augusto Fontoura Costa

PARTICIPANTES: Allan Rocha - UFRJ, Amanda Madureira - UFMA, Carlos Alfonso P. de Souza - ITS / Rio, Danielle Annoni - UFPR, Darío Vicente Moura - APDI-Portugal, Guilherme Carboni - Gedai, Heloisa Medeiros - Gedai / UFSC, José A. F. Costa - Gedai / USP, Luis Fernando L. Pereira - Gedai / UFPR, Manuela G. M. Biancamano - Gedai / UFSC, Marcia Carla P. Ribeiro - Gedai / UFPR, Marcos Wachowicz - Gedai / UFPR, Mesías G. bandera - IHAN / UFBA / Brasil, Pablo Ortellado - USP, Pedro Mizukami - FGV / Brasil, Rodrigo Vieira - Gedai / UFSC, Rodrigo O. Cruz e Silva - Gedai UFPR, Sergio Blanco - ITS / Rio, Sergio Staut Jr - Gedai / UFPR, Valentina Delich - FLACSO / Argentina, Viviana Diroli - FLACSO / Argentina.

Palavras chave:  Direito Autoral Economia Criativa Propriedade Intelectual Peso:  1

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